O DIRT JUMP NOS XGAMES

Neste ano o evento optou por fazer uma pista com características tradicionais, apenas doubles retos com dimensões que favorecem grandes combos abrindo as portas para especialista em outras modalidades se darem bem.

Talvez uma forma de trazer mais plasticidade visual para a competição e atrair mais publico, um mal necessário já que o Dirt Jump ficou alguns anos de fora do XGames justamente pela falta de publico e complexidade na construção da arena. Também não entendi este quarter no final pontuando na volta dos riders.

Entendo que o BMX é freestyle, e com o passar dos anos se torna comum algumas tendências aproximarem tanto os estilos e modalidades. Mesmo assim sentimos falta daquela característica tradicional e legitima de um Dirt Jump nascido dos Trails com hip, long e doublés valorizando as bases, estilo e capacidade de chegar até o final sem errar.

Hoje exigem tanto a criatividade, aproveitamento de pista e destreza nos critérios de julgamento e construção de um “Park” ou “Super Bowl”, por exemplo, e ao mesmo tempo marginalizam o Dirt Jump transformando este tipo de competição em apenas alguns espetáculos práticos para grandes manobras.

Eu pensei que para isso já haviam inventado as competições de doublés de madeiras onde justamente é esta a proposta.

Neste XGames 2017, faltou essência no Dirt Jump.

Apenas uma opinião conservadora de quem não gostou do que viu. 


1 Comentário(s)
  • por Diego Dantas
  • 17/07/2017 08:41hs.

"Neste XGames 2017, faltou essência no Dirt Jump." Foi exatamente isso que estava comentando com os amigos. Ali tem muito piloto top, porem pilotos de Park. Poucos ali realmente eram pilotos de Dirt. O Overall se enquadra nessa essência do dirt. Manobras e estilo de um verdadeiro "dirteiro".


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